Manual para el manejo de pacientes con MIELOFIBROSIS

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Descargar Documental Cuerpo Humano 3DVD Completos desde diferentes servidores en Español, Ingles y Francés. La Ginecología es la especialidad de la medicina que tiene el propósito de atender las necesidades de salud integral de la mujer a lo largo de su vida, dedicada al cuidado del sistema reproductor femenino. Estudo das relações da Medicina com o Direito nos campos penal, civil, administrativo e ético.

Calidad de vida en pacientes bajo tratamientos con

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Vários fatores atuam de forma sinérgica para o desenvolvimento da desnutrição nos doentes oncológicos, incluindo fatores psicossociais, fa‑ tores relacionados com a doença neoplásica e fatores relacionados com a própria terapêutica2,3. Clínica, diagnóstico e orientação terapêutica em: urologia geral; uroginecologia/neuro-urologia (urodinâmica); andrologia; oncologia; patologia litiásica (litotrícia); urologia pediátrica; cirurgia laparoscópica, percutânea e endourologia; transplante renal (com Nefrologia e Cirurgia Vascular).

Cuestiones en hematologia. segunda edicion

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El centro cuenta con más de 14.000 m2 construidos en un recinto ubicado en un espacio tranquilo junto al centro de Pamplona, cuenta con 200 plazas de parking, zona de paseo y jardín. Cateterizacióno y angiografía cardíaca diagnóstica. • ASPECTOS RELEVANTES PARA LA FORMACIÓN, LA PRÁCTICA Y EL CONOCIMIENTO MÉDICOS ACTUALES: por ejm. O Serviço funciona no 8º andar do hospital (Prédio das Enfermarias) e realiza, entre outras, cirurgias em pacientes para correção de valvulopatias, revascularização do miocardio (pontes de safena), correção de aneurisma aorta, implantes de marcapasso e de desfibriladores, bem como cirurgia de congênitos.

Sangrado transfusion y alternativas a la transfusion

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O setor de Radioterapia situado no subsolo do Bloco F do HSPE realiza procedimentos especializados na área. Dal lunedì al giovedì invece l'ambulatorio del Centro continuerà ad operare presso l'Ospedale di Torrette (visite presso il Centro Ipertensione Arteriosa prenotabili tramite il CUP al numero 800-098-798 specificando "Clinica di Medicina Interna e Geriatria" e "Centro Ipertensione" per evitare disguidi nella prenotazione.

Técnicas y métodos de laboratorio clínico

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Ex-Presidente de la Federación Mexicana de Patología Clínica, A. Contacte con nuestros operadores en el teléfono:. Sara Morais, Assistente Graduada de Imunohemoterapia, co-respons�vel pela �rea de Trombose e Hemostase. A tosse causada por edema pulmonar cardíaco em cães é muitas vezes leve e úmida, mas algumas vezes os sons são parecidos com engasgos. Andrea Zanacchi, problematizó en su exposición cuál es el papel que puede tener un alergista en el manejo de la EPOC, planteando como una de las claves para resolver esta cuestión pensar el asma como superpuesta a la EPOC.

Aplicación del modelo biopsicosocial para la comprensión de

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Si contin�a navegando, consideramos que acepta su uso. Maestro de la Hematología Chilena (1989). Implication of human endogenous retroviruses in the development of autoimmune diseases. O ronronar dos gatos pode ser interrompido colocando-se um dedo sobre uma ou ambas as narinas (Fig. 1-6), pressionando suavemente a região cricotireoide com a ponta do dedo, aproximando uma bolinha de algodão embebida em álcool perto da narina do gato ou abrindo uma torneira de água próximo ao animal.

Códex de Ciencias del laboratorio clínico

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Selecciona el área de atención que deseas ver: Consejo Universitario de la Universidad Autónoma de Nuevo León el 8 de noviembre de 1973. Estágio curricular sob a forma de treinamento em serviço, sob supervisão docente e com responsabilidade progressiva na grande área da Ginecologia e Obstetrícia. O sangue coletado no Hemonúcleo é fracionado, testado, e então distribuído para as regiões que têm falta de estoque

Guia practica en medicina transfusional

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Medicina Interna na Prática Clínica reúne em uma única fonte as principais informações da prática clínica com conhecimentos de ciências básicas, abrangendo, entre outros, tópicos de cardiologia, dermatologia, endocrinologia, gastrenterologia, hematologia, infectologia, nefrologia, neurologia, oncologia, pneumologia, psiquiatria e reumatologia. É um livro com o conteúdo do dia a dia do médico apresentado de forma objetiva, clara e estruturado em tópicos que respondem às principais dúvidas do leitor.

Manual De Técnicas De Laboratorio En Hematología - 4ª

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La primera sociedad de Medicina Interna en México fue creada en 1895 enfocada hacia “el todo” o “integralidad” del paciente, lo cual dio lugar a trabajos muy valiosos entre los que destacan los de Terrés. Inician con indolencia en un periodo de una a dos semanas. Médico que está regularmente inscrito no Conselho Regional de Medicina e se encontra apto ao exercício da medicina. Pulmonary hypertension, certain issued and "there's been a scientists say.

ACTUALIZACION EN ESTUDIOS DE HEMATOLOGIA EN LABORATORIO

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No diagnóstico diferencial, incluem­‑se: evolução da doença hematológica de base; reações relacionadas com a infusão do fármaco; infeções pulmonares; embolia pulmonar; estase pulmo‑ nar; DPOC agudizada ou de novo; hemorragia alveolar; doença pulmonar idiopática; hipertensão pulmonar, radiation recall (mais frequentemente com gemcitabina, doxorrubicina e etoposido); e metástases pulmonares de tumores sólidos. A forma��o espec�fica no internato m�dico de Medicina Interna tem a dura��o de 60 meses (cinco anos, a que correspondem 55 meses efectivos de forma��o) e � antecedida por uma forma��o gen�rica, partilhada por todas as especialidades, designada por ano comum. 1 - Dura��o - 12 meses. 2 - Blocos formativos e sua dura��o: a) Medicina interna - quatro meses; b) Pediatria geral - dois meses; c) Obstetr�cia - um m�s; d) Cirurgia geral - dois meses; e) Cuidados de sa�de prim�rios - tr�s meses. 3 - Preced�ncia. - A frequ�ncia com aproveitamento de todos os blocos formativos do ano comum � condi��o obrigat�ria para que o m�dico interno inicie a forma��o espec�fica. 4 - Equival�ncia. - Os blocos formativos do ano comum n�o substituem e n�o t�m equival�ncia a eventuais est�gios com o mesmo nome da forma��o espec�fica. 1.1 - A medicina interna ocupa-se da preven��o, diagn�stico e orienta��o da terap�utica curativa n�o cir�rgica das doen�as de �rg�os e sistemas ou das afec��es multi-sist�micas dos adolescentes, adultos e idosos. 1.2 - A vis�o integradora da constela��o de caracter�sticas fisiol�gicas e patol�gicas do doente e a articula��o com as pr�ticas de outras especialidades definem a sua ess�ncia. 1.3 - Esta especialidade exerce-se em cl�nica de internamento, de ambulat�rio, cl�nica de urg�ncia/emerg�ncia dos estados cr�ticos. 1.4 - A variedade nosol�gica n�o permite o estabelecimento de compartimenta��es r�gidas relativas aos objectivos dos conhecimentos, exigindo-se ao m�dico interno de medicina interna a constru��o de um edif�cio te�rico multidisciplinar que, em conjunto com a aquisi��o de uma experi�ncia pr�tica s�lida e variada, lhe permita a resolu��o de problemas cl�nicos progressivamente mais complexos. 2 - Dura��o da forma��o espec�fica - 60 meses. 3 - Estrutura, dura��o e sequ�ncia dos est�gios: 3.1 - Estrutura e dura��o dos est�gios: 3.1.1 - Medicina interna - dura��o m�nima de 42 meses; 3.1.2 - Medicina de cuidados intensivos polivalentes - est�gio obrigat�rio de seis meses em unidade polivalente; 3.1.3 - Est�gios opcionais - dura��o at� 12 meses. 3.1.3.1 - Os est�gios opcionais realizam-se em servi�os ou unidades com idoneidade formativa reconhecida que permitam assegurar tiroc�nios que interessem ao plano de treino, definido pelo interno e seu orientador de forma��o, ouvido o director do servi�o onde est� colocado. 3.1.3.2 - Cada um dos est�gios opcionais n�o poder� ter uma dura��o inferior a tr�s meses. 3.1.3.3 - Recomendam-se os seguintes est�gios opcionais nas �reas referidas: 3.2 - Sequ�ncia dos est�gios: 3.2.1 - O primeiro e o �ltimo ano do internato s�o desejavelmente efectuados em servi�o de medicina interna, obedecendo os restantes est�gios ao plano de forma��o aprovado em cada institui��o. 4 - Local de forma��o para cada est�gio: 4.1 - Est�gio de medicina interna - servi�o de medicina interna. 4.2 - Est�gio de medicina de cuidados intensivos polivalentes - servi�o ou unidade de cuidados intensivos polivalentes. 4.3 - Est�gios opcionais - servi�o ou unidade cujo exerc�cio permita o cumprimento do plano e dos objectivos do tiroc�nio. 4.4 - N�o s�o considerados v�lidos os est�gios que n�o contemplem actividade cl�nica ou desempenho. 4.5 - Os servi�os ou unidades respons�veis pelos est�gios devem possuir obrigatoriamente um plano de forma��o que respeite o programa m�nimo definido, nomeando um respons�vel de est�gio para acompanhamento do m�dico interno. 5 - Objectivos dos est�gios: 5.1 - Est�gio em medicina interna: 5.1.1 - Objectivos de desempenho: 5.1.1.1 - Durante a totalidade do internato, o interno deve adquirir progressiva autonomia nos seguintes itens: a) Colheita e elabora��o de hist�rias cl�nicas, elabora��o de diagn�stico diferencial, emiss�o de diagn�sticos cl�nicos provis�rios, solicita��o de exames complementares de diagn�stico, interpreta��o de anomalias cl�nico-laboratoriais, integra��o de todos os elementos de investiga��o cl�nica, obten��o de um diagn�stico final, prescri��o e realiza��o de um protocolo terap�utico e defini��o de um progn�stico; b) Apresenta��o oral clara, extensa ou resumida (em forma de ep�crise) de casos cl�nicos, em visita m�dica ou reuni�o cl�nica; c) Capacidade de apresenta��o sum�ria de um conjunto de doentes, em visita m�dica, reuni�o de servi�o ou transfer�ncia de turno de urg�ncia; d) Realiza��o de nota de alta ou transfer�ncia; e) Participa��o activa em reuni�es cl�nicas; g) Realiza��o/participa��o activa em sess�es tem�ticas ou de revis�o bibliogr�fica; h) Assimila��o e emprego com conveni�ncia das regras que regem a solicita��o de servi�os de outras especialidades; i) Integra��o nas equipas de urg�ncia interna; j) Integra��o nas equipas de urg�ncia externa por per�odos de 12 horas semanais, com forma��o em exerc�cio, sob tutela de um especialista de medicina interna, em todos os sectores que constituem o servi�o de urg�ncia, sendo esta actividade reconhecida como fundamental na forma��o em medicina interna, pelo que a explana��o das compet�ncias adquiridas nesta �rea e a reflex�o sobre a respectiva casu�stica ser�o relevantes para a avalia��o final; l) Integra��o na consulta externa e reflex�o cr�tica sobre a casu�stica respectiva; m) Execu��o das seguintes t�cnicas: 1) Pun��o e canaliza��o das veias perif�ricas; 9) Outras t�cnicas de colheita de tecidos para estudo histol�gico; n) Conhecimento dos princ�pios de estat�stica aplicados �s ci�ncias biol�gicas e ou capacidade de utiliza��o e interpreta��o de programas inform�ticos de tratamento e an�lise estat�stica na �rea biom�dica; o) Conhecimento e aplica��o dos consensos de �tica e da deontologia m�dicas; p) Participa��o em publica��es cl�nicas ou cient�ficas; q) Participa��o em cursos de p�s-gradua��o (nacionais ou estrangeiros) de interesse e m�rito reconhecidos; r) Elabora��o e execu��o de projectos de investiga��o; s) Integra��o em n�cleos de ensino pr� ou p�s-graduado; t) Participa��o em ac��es de consultadoria a outras especialidades, em regime tutelado. 5.1.2 - Objectivos de conhecimento - para o 1.�, 2.�, 3.�, 4.� e 5.� anos - etiopatogenia, epidemiologia, fisiopatologia, anatomia patol�gica, semiologia cl�nica e laboratorial, diagn�stico e terap�utica de entidades nosol�gicas inclu�das nas seguintes �reas: t) Toxicologia e subst�ncias de abuso. 5.2 - Est�gio em medicina de cuidados intensivos polivalentes: 5.2.1 - Objectivos de desempenho - execu��o de t�cnicas de diagn�stico e terap�utica em doentes em cuidados intensivos, nomeadamente: b) Monitoriza��o cl�nica e laboratorial da fun��o respirat�ria; c) Cateterismo venoso central percut�neo; d) Cateterismo venoso e arterial; e) Entuba��o endotraqueal e manuten��o da via a�rea; f) Suporte ventilat�rio mec�nico e suas diferentes modalidades; g) Suporte nutricional ent�rico e parent�rico; h) Instala��o de estimulador card�aco transvenoso provis�rio; l) T�cnicas de analgesia e seda��o. 5.2.2 - Objectivos de conhecimento: a) Conhecimento de crit�rios de admiss�o e alta das unidades de cuidados intensivos; b) Vigil�ncia e monitoriza��o (invasiva/n�o invasiva) de doentes em estado cr�tico; c) Reanima��o e terap�utica do choque; e) Altera��es do equil�brio hidroelectrol�tico e �cido-base; f) Emprego de solu��es parenterais; g) Transfus�o de sangue e derivados; h) Fisiopatologia e terap�utica das altera��es agudas da coagula��o; i) Fisiopatologia e terap�utica substitutiva das situa��es de insufici�ncia respirat�ria; j) Fisiopatologia e terap�utica substitutiva das situa��es de insufici�ncia renal; l) Fisiopatologia e terap�utica substitutiva das situa��es agudas do sistema cardiovascular; m) Fisiopatologia e terap�utica da insufici�ncia hep�tica aguda e das hemorragias gastrentestinais; n) Fisiopatologia e terap�utica das crises end�crinas agudas; o) Abordagem da infec��o grave e sepsia; p) Avalia��o e tratamento em p�s-operat�rio; q) Abordagem do grande traumatizado; r) Abordagem das principais intoxica��es. 5.3.1 - Recomenda-se a realiza��o de est�gios opcionais de acordo com o regulamentado no n.� 3.1.3. 5.3.2 - Os est�gios opcionais implicam obrigatoriamente: b) Exist�ncia de objectivos de conhecimento: 1) Etiologia, fisiopatologia, cl�nica, diagn�stico, terap�utica e progn�stico das entidades nosol�gicas; 2) Monitoriza��o da actividade das doen�as com recurso a protocolos validados (quando existentes) e seu reflexo na decis�o terap�utica. 6.1 - A avalia��o � feita de acordo com o estabelecido no Regulamento do Internato M�dico. 6.2 - Avalia��o do desempenho - desempenho individual: a) Capacidade de execu��o t�cnica - pondera��o 3; b) Interesse pela valoriza��o profissional - pondera��o 3; c) Responsabilidade profissional - pondera��o 2; d) Rela��es humanas no trabalho - pondera��o 2. 6.3 - Avalia��o de conhecimentos: 6.3.1 - A avalia��o quantitativa dos est�gios opcionais far� m�dia ponderada com a nota obtida na avalia��o de conhecimentos referente ao ano respectivo. 6.3.2 - As restantes avalia��es de conhecimentos, no final de cada est�gio ou por cada 12 meses de internato, consistem em: a) Aprecia��o do relat�rio de actividades e trabalhos produzidos pelo m�dico interno; b) Discuss�o das mat�rias estabelecidas como objectivos de conhecimentos para o est�gio ou per�odo de est�gio; c) Discuss�o de um relat�rio escrito, constru�do com base na entrevista e observa��o de um doente, onde constem o diagn�stico, a terap�utica e a ep�crise. 7 - Avalia��o final do internato: 7.1 - As provas de avalia��o final e a composi��o do j�ri nacional obedecem ao disposto no Regulamento do Internato M�dico. 8.1 - O presente programa entra em vigor em 1 de Janeiro de 2011 e aplica-se aos m�dicos internos que iniciam a forma��o espec�fica do internato a partir dessa data.